
Mês passado a notícia de que um terremoto foi responsável pela morte de mais de 10 mil chineses entristeceu o mundo inteiro. O terremoto de 7,8 pontos na escala Richter foi o mais forte a atingir a China em 30 anos.
Como já vem sendo feito por toda a comunidade internacional, devemos prestar total solidariedade ao povo chinês. Com certeza não será este terremoto que estragará a grande festa que será a Olimpíada de Pequim.
Apesar de o imperialismo estadunidense torcer para que as olimpíadas dêem errado, pregando mais do que nunca o separatismo do Tibet, por exemplo, temos certeza de que o povo chinês fará a maior de todas as olimpíadas da história.
Aliás , sobre os monges tibetanos/imperialistas deixo o registro de uma passagem do editorial do Portal Vermelho:
“O papel dos monges nos distúrbios merece um registro. Ele não se liga à sua condição de religiosos, mas ao status de classe dominante de que gozavam no sistema teocrático-feudal-escravista que veio ao chão depois da contra-revolução de 1959. É de estarrecer que um pedaço do planeta tenha chegado à segunda metade do século 20 sem uma única estrada, uma só escola laica ou lâmpada elétrica sequer, mas com uma classe dominante de aristocratas e monges da casta superior, que sujeitavam a maioria trabalhadora formada por servos e escravos.
Assim era o Tibete de que o dalai lama tem saudades. Uma de suas peculiaridades era o uso de seres humanos como montarias: como não havia estradas, os monges e aristocratas se locomoviam carregados nas costas de escravos ou servos.
Os 1,3 bilhão de chineses de todas as nacionalidades, a começar pela tibetana, com certeza não permitirão a volta desse passado. Continuarão a construir sua pátria que não se cansa de deslumbrar o mundo pela pujança do seu progresso, progresso que avança no Tibete em ritmos mais elevados que a média nacional. Perseverarão na busca da meta avançada de uma sociedade socialista harmoniosa. Capricharão ainda mais nos preparativos dos Jogos Olímpicos de Pequim, que encaram como uma oportunidade de ouro para exibir ao mundo a China de hoje, um país de carne e osso, com qualidades e defeitos, mas que com razão enche de orgulho os seus filhos. Ninguém há de estragar a sua festa, que é também a de toda a humanidade amante da paz e do progresso.”
O texto na íntegra pode ser visto em: http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=34670